A Bienal de Arquitetura Brasileira chegou ao fim no dia 30 de abril e reuniu profissionais, estudantes, marcas e visitantes. Durante o evento, temas como acessibilidade, sustentabilidade e a presença da arquitetura no cotidiano dos brasileiros ganharam destaque.
Além disso, a proposta da Bienal foi apresentar a arquitetura não apenas como expressão estética, mas também como ferramenta de transformação prática, cultural e sensível, capaz de impactar diretamente a forma como vivemos.
Biomas brasileiros inspiraram os espaços da BAB 2026
A organização da Bienal dividiu os pavilhões a partir dos biomas brasileiros. Assim, Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampas e Pantanal serviram como referência para criar ambientes com identidades próprias, explorando clima, cultura, materiais e regionalidade.
Além disso, cada espaço apresentou interpretações sensoriais sobre o território brasileiro. Dessa forma, os visitantes puderam experimentar diferentes narrativas arquitetônicas ao longo da mostra.
Soft participou da mostra assinada por Fabiano Lins
Entre os arquitetos participantes, Fabiano Lins apresentou a mostra “Do Sertão ao Verde e Mar”, projeto que homenageou a Paraíba a partir de uma leitura sensorial da paisagem.
A proposta conduziu os visitantes por uma travessia que começou na Caatinga, atravessou o Agreste e chegou ao litoral. Assim, o espaço apresentou mudanças geográficas e, ao mesmo tempo, homenageou memórias familiares, resistência e identidade cultural.
Além disso, o ambiente reuniu três espaços principais. Desses ambientes, dois receberam mobiliário Soft para complementar a experiência proposta pelo arquiteto.
No quarto, a cama Bloom trouxe acolhimento e continuidade estética ao ambiente. Já na sala, o sofá Bono contribuiu para criar uma atmosfera confortável, integrada e fluida dentro do projeto.
Personalização e arquitetura sensorial
A Soft disponibiliza mais de 400 opções de tecidos para projetos personalizados. Por isso, a marca consegue atender diferentes propostas arquitetônicas, estilos de vida e necessidades de personalização. Para compor um ambiente tão sensorial quanto a mostra, cores, texturas e tramas foram cuidadosamente selecionadas. Além disso, os modelos de sofá e cama escolhidos reforçaram a experiência de conforto e contribuíram para a fluidez estética do projeto.
Construção coletiva e novas formas de viver
A BAB também fortaleceu conexões entre arquitetos, designers, marcas e profissionais criativos. Ao longo da programação, debates e encontros estimularam reflexões sobre novas formas de morar, criar e experienciar os espaços.
Segundo Daniel Nissola, Diretor Executivo da Soft, parcerias com arquitetos e designers são fundamentais para expandir repertórios e desenvolver soluções mais sensíveis ao viver contemporâneo. Além disso, ele afirma que projetos colaborativos permitem explorar novas narrativas, materiais e experiências. Como resultado, surgem criações que dialogam de forma mais autêntica com a individualidade de cada cliente.
Um patrimônio da arquitetura brasileira
A Bienal aconteceu no Pavilhão das Culturas Brasileiras, edifício projetado por Oscar Niemeyer na década de 1950, localizado no Parque Ibirapuera.
Além de receber um evento importante para a arquitetura nacional, o espaço carrega grande relevância histórica e cultural. Afinal, sua estrutura modernista integra um dos conjuntos arquitetônicos mais importantes do Brasil.
Por fim, para a Soft, participar da Bienal de Arquitetura Brasileira 2026 também representou uma oportunidade de valorizar o design nacional, incentivar o pensamento arquitetônico e apoiar iniciativas cada vez mais humanas, culturais e experienciais.